quinta-feira, 20 de novembro de 2008

SOU UMA ALPINISTA ASSUMIDA E CONFIRMADA PELO AMOR DA MINHA MÃE

Primeiro foram os livrinhos de pano contados, recontados, lavados e relavados. Seguiu-se uma história em quadradinhos da colcha da minha cama sobre um guarda redes azelha, contada e recontada vezes sem conta.
Por volta dos 7 anos começaram a chegar os primeiros livros à séria e gradualmente foi crescendo e desenvolvendo um Amor muito sério!
Tenho neste momento 48 anos com muitos livros meus lidos e que orgulhosamente forram prateleiras da minha casa e outros que vivem na minha memória, emprestados por familiares e amigos.
É em todos eles que vivo e sobrevivo sem nunca me fartar da iguaria. Cometo até a ousadia de dizer que eles concedessem longevidade eu seria eterna!
Este Natal, a minha Mãe (figura tutelar neste Amor) que fomentou e tem assistido ao meu alpinismo assumido, resolveu amorosamente confirmá-lo com um escadote lindissímo de biblioteca.
Um chilião de Tudo para Ela!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

DA TELEVISÃO PARA O AUTOCARRO

No meu autocarro há de tudo um pouco e hoje vi algo transposto da televisão que me fez rir.
Dois lugares à minha frente sentava-se uma senhora de idade quase sénior, mas adepta das novas mas já triviais tecnologias - o telemóvel.
Este tocou dum modo bem estridente uma daquelas musiquinhas bem rídiculas, a senhora atendeu e durante uns minutos todo o autocarro ouviu a conversa naquele linguajar ciciado e cantado das terras bem nortenhas do nosso Portugal.
Ela completamente indiferente e eu à beira dum rebentamento de gargalhadas ao ver e ouvir alguém saído directamente da televisão, mais concretamente do fictício Curral das Moinas para o autocarro que ía atravessando as artérias da grande cidade.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

NEM TUDO O QUE LEIO É FANTASIA E AINDA BEM!

E vou direita ao assunto sem grandes floreados!
Tudo isto por causa da estrondosa vitória de Barack Obama que me deixou fortemente emocionada e dei comigo a pensar em três livros que me marcaram em épocas bem diferentes, mas que contribuíram de certo modo para aquilo que sou como ser humano - alguém que condena o racismo nos Estados Unidos e não só!
Em primeiro lugar uma biografia de Lincoln que li no Ciclo Preparatório, ao que seguiu "A cabana do pai Tomás" no meu ano de caloira na Escola Comercial e por fim aos 18 anos ( era o ano de 1978) um livro editado em 1964 de nome "O homem" da autoria de Irving Wallace que era ao tempo uma ficção - Douglas Dilman o primeiro Negro a tornar-se Presidente dos Estados Unidos!
Tenho a noção de saber que não vai ser fácil e não sou uma analista política. Contudo este é mais um momento histórico que eu tenho a alegria de assistir e a somar a uns quantos que já vão constituindo memórias para mim e não só!
Parafraseando o meu próprio lema de Vida - SONHAR, ACREDITAR, REALIZAR!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

VOCÊS, EU E SEBASTIÃO DA GAMA

Achei-me junto da "Serra Mãe"
com projectos de realizar um "Itinerário Paralelo"
e ao dar por mim,
já estava a dobrar o "Cabo da Boa Esperança".

Juntos entrámos no "Campo Aberto"
e durante oito meses caminhámos felizes
sem nos enganarmos na rota,
pois "Pelo Sonho é vamos".

Regressámos donos da verdade única
que "O Segredo é amar",
restando-me agora as fotografias,as cartas
e o "Diário".

BORBOLETAS

Na caixa de cartão alinhavam-se em silêncio misterioso,
algumas dezenas de casulos tecidos com fios puros de adolescência
que na expectativa vi abrirem-se,
soltando-se impetuosas do seu interior inúmeras borboletas.

Umas debandaram para longe numa surdez vadia,
enquanto que outras esvoaçaram docemente
rumo ao jardim multicolor das minhas intenções e sentimentos,
pousando suavemente, em abandono meigo e confiante
nas pétalas macias do meu coração.

SETÚBAL 1983- 84 OU A EXPLICAÇÃO DOS "ESCRITOS" EM FORMA DE RESCALDO

Do muito que escrevi e vivi na altura, há sobretudo dois "escritos" que resumem aquele ano único.
Em relação ao primeiro a que eu chamei "Borboletas" dispensa explicações.
Quanto ao segundo - "Vocês, eu e Sebastião da Gama", foi uma pequena e bem sentida brincadeira em que me utilizei dos títulos da obra deste grande Mestre como modo de explicação dos passos que dei entre os meus 23 e 24 anos.
Sem querer fazer grandes promessas, talvez ainda volte a escrever sobre este período a 27 de Abril e 15 de Junho de 2009. O que não quer dizer, que uma vez por outra não vá buscar e relatar alguns detalhes e peço desde já desculpa aos protagonistas de omitir os nomes e apostar nas alcunhas. Há coisas que devem ser preservadas, não é verdade?

O 9º F DO MEU CORAÇÃO OU UMA GRANDE FATIA DO BOLO DA MINHA VIDA!

A 4 de Novembro de 1983, às 17.30 dessa 6ª feira deu-se o encontro mais marcante - o 9º F para a sua aula de apresentação.
Com eles usei a mesma conversa que tive com os outros e deixei-os fazer as perguntas que tinham na vontade, pois no meu entender era a forma de nos conhecermos um pouco. Não queria ser uma mera máquina de conhecimentos que eles teriam de suportar até ao final do ano lectivo. Como sempre, apoiei-me naquele nome que é para mim um dos grandes Mestres da Pedagogia - Sebastião da Gama.
Ora nessa altura do ano os dias são mais pequenos, começa a escurecer mais cedo e a somar a isso a luz eléctrica na escola pregava partidas. Como era o primeiro dia e não esquecendo os meus anos do "lado de lá" mandei-os para casa numa sala que já estava lusco-fusco. Para espanto meu ouço a voz da delegada de turma a falar em nome de todos:
- Porque não ficamos aqui? Estamos tão bem! Ficamos até tocar!
O espanto tomou conta de mim com uma destas. Deixei-os à vontade para quem quisesse sair e até a sirene tocar às 18.20 íamos deixando de ver a cara uns aos outros mas não se arredou pé.
Vim para casa pensativa com esta atitude tão insólita em adolescentes e a pensar que no dia a seguir "já ía ser à ser à séria". Tentei não ter ilusões para não sofrer decepções nos próximos 8 meses.
Os oito meses passaram e o 9º F provou-me em inúmeras ocasiões e situações ser a turma que qualquer professor ambiciona - o bom aproveitamento aliado ao bom comportamento.
Sem serem marrões conjugavam a boa disposição com a dose certa de irreverência que qualquer adolescente deve ter.
E não é que foram eles os autores da festa surpresa do meu 24º aniversário? Guardo ainda o cartão e os dois LP's em vinil do meu compositor de eleição.
E não é com eles que subi a Arrábida até à Figueirinha? Guardo ainda as fotografias e a de grupo está orgulhosamente na secretária do meu Serviço.
E não é que por causa deles ainda hoje vou a Setúbal, à Bela Vista, à serra e em encontros carregados de emoção e significado continuamos a partilhar o que se começou nessa tarde?
Todos nós crescemos em 25 anos e afirmarei sempre que o 9º F está no meu coração como uma grande fatia no bolo da minha Vida!
Obrigada,malta!

domingo, 2 de novembro de 2008

AS BODAS DE PRATA DA MINHA MELHOR AVENTURA

Tinha 23 anos e havia sido colocada como professora de Francês na Escola Secundária da Bela Vista em Setúbal.
Como sempre, a minha cabeça fervilhava de sonhos e projectos que tinha então de partilhar com 8 turmas de anos e níveis diferentes.
Estávamos a 2 de Novembro, era 4ª feira e caminhei para a minha primeira apresentação às 10.30 - o 7º P de Iniciação.
A pasta na mão esquerda, o livro de ponto, as folhas de caderneta debaixo do braço direito e a chave na mesma mão enquanto ouvia a sirene tocar. O calor tomava conta de mim até à raíz dos cabelos, o coração batia feito doido ao ouvir o alarido à minha volta e sentia aqueles olhinhos todos em cima de mim!
Quando levei a mão à porta deu-se a hecatombe - não atinava com o buraco da fechadura e caíem-me traiçoeiras as folhas da caderneta. A somar às vozes, os risos gozões. Houve quem me ajudasse, embrulhei-me nas palavras e uma contínua que na altura passava foi a minha tábua de salvação.
Entrámos todos de roldão e ouvi aquela "música" que me iria acompanhar durante 8 meses - cadeiras a arrastar e aqueles pequenos gramofones. Fiquei deveras feliz ao constatar que as salas não tinham estrado. Assim estava tudo nivelado!
Pousei as coisas, pendurei o casaco nas costas da cadeira, avancei em passos grandes e saudei abafando o zunzum:
- Olá, malta!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

SETE SÉCULOS PASSADOS E FERNÃO LOPES CONTINUA COM RAZÃO!

Em primeiro lugar que fique tudo bem claro - SOU PATRIOTA, mas... NÃO SOU CEGA!
O meu país foi, é e será Portugal, contudo por uma questão genética e pessoal acho que tenho o necessário discernimento para separar as coisas, sempre que me deparo com o real!
A cena de hoje tomou lugar no panelão do autocarro, onde os igredientes foram os passageiros e o motorista.
Primeiro o motorista, novo aos meus olhos, quis marcar a sua posição e quase tudo aplaudiu! Depois quando de novo quis manter a posição explodiram dois comentários bem venenosos que ele felizmente não ouviu!
Foi quando eu me lembrei de Fernão Lopes que viveu há sete séculos e escreveu numa lucidez espantosa:
-"QUE DIABO DE POVO ESTE QUE NâO SE DEIXA GOVERNAR!".

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

A ALEGRIA DOS 57 KILOS!!!

Enquanto as outras sofrem por umas gramas a mais eu exulto com os meus 57 kg!
Toda a minha vida fui magra e agora que sinto o rabo um tudo ou nada mais pesado, não caibo em mim contente com os meus 57 kg!
Como de tudo, bebo de tudo e vejo finalmente os 57 kg distribuídos por tudo!
Tenho 1,64 cm, posso ainda juntar mais 2 kg para ficar O TUDO!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

DESCULPA-ME, FLORBELA!

Florbela Espanca é um daqueles nomes queridos nas minhas leituras.Contudo evito-a naqueles dias, raros e ainda bem, que estou de humores cinzentos. Admiro-lhe o talento e peço-lhe sentidamente desculpa por esta "safadeza" com o maravilhoso soneto "Amar!".Então lá vai:

LER!

Eu quero ler, ler perdidamente!
Ler só por ler:Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e a toda a gente...
Ler! Ler! E não ler ninguém!

Folhear? Esquecer? Indiferente!...
Ler ou reler? É mal? É bem?
Quem disser que não se pode ler alguém
Durante a vida inteira é porque mente.

Há uma biblioteca em cada vida,
É preciso disfrutá-la assim sortida,
Pois se Deus nos deu olhos, foi para ler!

E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que sejam os livros uma alvorada
Onde alguém se saiba perder... pra se encontrar.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

ERA UMA VEZ UMA TREPADEIRA...

Depois de ter gatinhado em Almada, "voei" em Setúbal!
Foi um tempo único que deixou "marcas" para o resto da minha Vida e que sempre que posso lá estou eu Inteira, com Tudo o que de melhor de mim tenho para partilhar e euforicamente receber!
Com apenas 23 anos comecei a sacudir as ervas daninhas e avancei, sabe Deus com que medos...
A terra era minha, o adubo Sebastião da Gama, a Arrábida, idealismo, vontade de transmitir e as sementes eram Vocês!
Tarefa bem complicada a minha em que por vezes desesperei, contudo mal ou bem fui até ao fim. No meu jardim encontrei de tudo, até uma pequenina Trepadeira atrevida que não hesitava em sentar-se ao meu colo e a quem eu amorosamente deixava chocolates na mesa de cabeceira enquanto a via orgulhosamente crescer. Os Invernos quiseram deitá-la abaixo, contudo ela agarrou-se com unhas e dentes e deu a mais linda flor que alguém pode dar!
Obrigada, Trepadeira atrevida por teres crescido no meu jardim!

QUANDO A MINHA AVÓ VIVEU A HISTÓRIA

No dia 1 de Fevereiro passaram precisamente 100 anos sobre o Regicídio e dei comigo a recordar um relato contado vezes sem conta pela minha Avó. Ora para quem sempre gostou de ouvir coisas e fazer o filme na cabeça, foi mais uma daquelas peripécias inesquecíveis, até porque quando ela a viveu já tinha 9 anos!
Vindos duma pequena aldeia da Beira Baixa - Vale de Prazeres - estavam a gozar uma temporada na capital, pois a burguesia rural podia dar-se a esses luxos. Dormiam num sítio e faziam as refeições noutro. Por isso quando caminhavam calmamente pela Av. da Liberdade com destino ao Hotel Americano na Rua 1º de Dezembro, nem por sombras sonhavam com o rebuliço que se vivia nesse momento no Terreiro do Paço e na Baixa.
Foi quando apareceu um anónimo que esbaforidamente interpelou o meu Bisavô:
-Para onde vão os senhores?
-Vamos para os Restauradores.
-Não façam isso!
-Homessa, porquê?
-Não vão lá para baixo que está muito perigoso! Anda tudo aos tiros e em polvorosa!MATARAM O REI E O PRINCIPE SENHOR D. LUIS FILIPE.
Claro que nesse dia já não se jantou. Os mais alarmistas já falavam em guerra civil e os Republicanos embandeiraram em arco. Mas como a História nos ensinou só 2 anos depois a Monarquia caíu.
Lamento agora nunca ter feito uma pergunta à minha Avó, pois segundo ela me disse o meu Bisavô era um simpatizante do que havia de chegar com o 5 de Outubro: o que teria achado o Senhor Aurélio do Regicídio, ele que até lia jornais e conhecia o Dr. António José de Almeida?
Enfim... a minha Avó viveu a História e contou-ma. Quanto a mim resta-me lê-la e compreendê-la.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

PEQUENA HOMENAGEM A UMA GRANDE MISSIONÁRIA

Se porventura esperam que eu fale daqueles nomes bem sonantes, estão redondamente enganados! Vou falar sim da Viscondessa de São Martinho, a qual eu já conheço desde os meus 29 anos.
Mulher de sonhos, convicções e uma forte sensibilidade adora crianças e animais. Abraçou os sonhos aos animais e teve a felicidade de encontrar quem partilhasse as mesmas ideias, qual Fernão Capelo Gaivota!
Vi dezenas de videos e passei todos os estados da Natureza, ou seja, ri, chorei e envaideci-me desta pequena Mulher e tão grande missionária da causa felina ser a Viscondessa de São Martinho que eu já conheço e admiro incondicionalmente desde os meus 29 anos!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

DIZ O ROTO PARA O NÚ...

Habitualmente almoço num pequeno snack onde a patroa e a cozinheira são portuguesas e as empregadas são brasileiras. Todos nos conhecemos ou nos conhecem pelo nome e local de trabalho, mas hoje e intimamente ri-me a bom rir. Quando a cozinheira disse a uma das empregadas que um certo prato era para reservar para um um tal de Dr. veio a seguinte resposta: -"Doutor é dentista ou médico! Vou colocar uma gravata e quero ser chamada de Dra."
Vai daí pensei maldosamente para com os meus botões que os brasileiros às vezes também enfermam deste mal, que tristemente aprenderam com os portugueses.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

TESTEMUNHA DE UM "COCKTAIL"

Diariamente e no regresso a casa já havia observado a figura. Estou a falar dum homenzinho de meia idade que dum modo geral e sossegadamente lê a Bíblia, ouve música e folheia pequenos jornais de temática religiosa sem meter conversa com os restantes.
Hoje e pela primeira vez fui a testemunha de um "cocktail" ao qual não consegui resistir e hipocritamente fui folheando as páginas do meu livro, enquanto ía espreitando por debaixo das pestanas.
Em frente sentavam-se duas senhoras e os três foram divagando em lúcidos comentários sobre a situação, ele confessou antigos problemas de saúde superados através da Fé com citações biblícas à mistura, foi um antigo combatente da Guerra do Ultramar e tudo falado naquele doce sotaque alentejano que em meia dúzia de palavras parece resumir tudo.
A última frase do homenzinho mais parecia um manifesto neste "cocktail" que eu fui testemunha e passo a citar: -"Nã admito que me comam e quem me comer, vai ter que me jogar fora!".

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

APOLOGIA DOS TOMATES

O que uma pobre mortal não faz para chamar a atenção!!!
Pois muito bem, agora que já todos arregalaram os olhos e iniciaram um (in)consciente processo de laboração das glândulas salivares, cabe-me a mim puxar safadamente o tapete!
A partir do meio da tarde comecei a pensar no jantar, pois não escondi nem escondo a ninguém o enorme prazer que sinto em cozinhar e fui eu a primeira vítima dos... tomates.
Mentalmente recordei as diversas sobras destes últimos dias em carne, feijão,cogumelos e molho e mais uma vez fui a vítima dos ... tomates.
Resolvi recheá-los e cozinhá-los acompanhados de salada de alface. Todos ficámos a ganhar,porque:
1.As saudades dos... tomates já eram algumas;
2.A economia que nos agarra pelos... tomates cumpriu-se;
3.E até o calor do forno na cozinha consolou o meu gato sem ...tomates!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

NÃO RESISTO E TENHO DE PARTILHAR

Em primeiro lugar devo o amor pela leitura à minha Mãe.Quantos livros comprados, oferecidos, lidos e partilhados! Foi o que se passou com este último, terminado ontem. Estou a falar de "O português que nos pariu" da autoria de Angela Dutra de Menezes, um autêntico festival de humor e pesquisa histórica.
A senhora em questão é brasileira, fez um belo trabalho de casa e temperou duma maneira que só lendo e não tendo um pingo de vergonha em soltar gargalhadas bem cá do fundo. Até porque uma coisa é certa; como é bom termos a capacidade de sermos os primeiros a rirmos de nós próprios e sem uma pontinha de peneiras. Em suma: assumida patriota, com espelhos em casa e amiga de rir e quantas vezes até às lágrimas.

COMEÇO DE MAIS UMA SEMANA

Ainda sob o efeito da recém descoberta, não caibo em mim de contente! Como não sou capaz de ficar calada, tive de o dizer à Toupeira e ao Baixo!

domingo, 6 de janeiro de 2008

O JOÃO PESTANA ESTÁ A CHEGAR

Hoje foi um daqueles dias em que quase não me descolei do computador. Para quem era tão avesso ás novas tecnologias, tenho de reconhecer as virtudes do "bichinho". Chega-me à memória uma célebre frase de Fernando Pessoa e que assenta em mim que nem uma luva. Dizia ele que "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Assim estou eu, mas neste momento vou-me entranhar nos braços de Morfeu e João Pestana e os dois tem plenos poderes para darem conta de mim.
Há muito tempo que eu pensava numa destas. Se tantos o fazem, porque não tentar.E lá vai disto hoje que amanhã já não há

TUDO TEM UM COMEÇO


Minha foto
Almada, Portugal
Leitora compulsiva,Amiga do meu Amigo,conversadora,dou tudo por uma boa gargalhada,teimosa por vezes até à burrice,gosto de animais (tenho um gato) e admiradora incondicional da Arrábida e das Berlengas.